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Advocacia CriminalWhatsApp

Área de atuação

Tribunal do Júrida primeira fase ao plenário.

O júri julga os crimes dolosos contra a vida, como o homicídio e a tentativa de homicídio. A defesa acompanha o caso desde o inquérito até a sustentação diante dos jurados.

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Dr. José Carlos de toga, na bancada do plenário do júri

Quando procurara defesa.

  • Investigação por homicídio ou tentativa de homicídio, ainda na delegacia.
  • Denúncia recebida e prazo aberto para a resposta à acusação.
  • Decisão de pronúncia, que leva o caso a plenário.
  • Júri marcado, com o tempo de preparação correndo.

Como a defesaatua.

  1. Primeira fase

    A defesa apresenta a resposta à acusação e produz a prova na audiência. Nas alegações finais, pede a impronúncia, a absolvição sumária ou a desclassificação, conforme o caso (CPP, arts. 414, 415 e 419).

  2. Recurso contra a pronúncia

    Contra a decisão que manda o caso a júri cabe recurso em sentido estrito ao tribunal (CPP, art. 581, IV).

  3. Preparação do plenário

    Leitura de todo o processo e organização da prova técnica que será mostrada aos jurados. A defesa também estuda a lista de jurados sorteados, com as recusas que a lei permite (CPP, art. 468).

  4. Plenário

    Inquirição das testemunhas e debates. Depois, o acompanhamento dos quesitos, que são as perguntas que os jurados respondem sobre as teses da defesa (CPP, art. 483).

Base legal citada: Constituição Federal, art. 5º, XXXVIII; CPP, arts. 406 a 497.

Casosna área.

Absolvição

Absolvido no júri depois de a defesa expor os limites da prova de antena

Num processo com três acusados, a acusação usava dados de antena (ERB) para colocar o cliente no local do crime. A defesa mostrou aos jurados o que esses dados não provam e as falhas do laudo de local, feito horas depois e sem estojos nem projéteis. O cliente foi absolvido.

Imputação
Homicídio
Local
Aquidabã (SE), 2026

Identidade preservada

Liberdade

Liberdade restituída após investigação defensiva

O cliente respondia a uma acusação de homicídio qualificado e era considerado foragido desde 1997. A investigação conduzida pela própria defesa levou o juiz a substituir a prisão preventiva por medidas cautelares. O processo continua.

Imputação
Homicídio qualificado
Local
Indiaroba (SE), 2026

Identidade preservada

Impronúncia

Conduzir a moto não bastou para levar o cliente a júri

Sem outro elemento além da condução da moto, o juiz não pronunciou o cliente (CPP, art. 414). Impronúncia não é absolvição: uma nova denúncia só pode vir com prova nova.

Imputação
Tentativa de homicídio qualificado
Local
Propriá (SE), 2026

Identidade preservada

Ver todos os casos

Perguntasda área.

O que é a pronúncia?

É a decisão em que o juiz, convencido da materialidade do fato e da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação, manda o acusado a julgamento pelos jurados. A pronúncia não é condenação.

Base legal: CPP, art. 413.

Qual a diferença entre impronúncia e absolvição sumária?

Na impronúncia, o juiz não se convence da materialidade ou dos indícios de autoria e encerra o processo, que pode ser reaberto com prova nova enquanto não ocorrer a extinção da punibilidade. Na absolvição sumária, o juiz absolve o acusado, por exemplo quando fica provado que ele não foi o autor do fato ou que agiu em legítima defesa.

Base legal: CPP, arts. 414 e 415.

Quantos jurados decidem?

Sete, sorteados entre os 25 convocados para a reunião do júri. Eles formam o Conselho de Sentença e votam em sigilo.

Base legal: CPP, art. 447; Constituição Federal, art. 5º, XXXVIII, b.

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